quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011


Na estrada do tapejara:
O tempo que nos separa,
É o que mais nos aproxima,
Quem vira mundo não para,
Nem tampouco desanima...

E nesse andejar em frente,
Sem procurar recompensa,
Fui vendo - na diferença,
Entre passado e presente,

Que a lembrança de um ausente,
Tem mais força que a presença!
 
Trecho de Querência, tempo e ausência, de Jayme Caetano Braun

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